Só Indenizações · Nossa História

Resiliência
é tudo.

A história de quem transforma uma negativa em esperança — contada com as palavras de quem viveu cada capítulo.

Weverson, fundador da Só Indenizações
Weverson · fundador da Só Indenizações
↓ role para conhecer
01
O fundo do poço

Antes de qualquer indenização, teve uma falência.

Toda história de recuperação começa por uma perda. A dele começou por um negócio que ruiu. O Weverson tinha uma distribuidora de alimentos, em sociedade — algo que, como ele mesmo diz, “não tinha nada a ver” com o que faria depois. A sociedade não deu certo. E quando um negócio quebra em sociedade, raramente quebra só o negócio.

“Quem faliu, quebrou. Eu tava todo endividado, todo embananado, nome sujo na praça, não tinha nada, carro financiado, todo atrasado na época. Mais nada para começar.”

Repare na última frase: nada para começar. Não era o zero limpo de quem escolhe recomeçar do alto. Era o zero negativo — dívida, nome sujo, um carro atrasado na garagem. A maioria das pessoas que ele atende hoje conhece bem esse lugar. Foi exatamente desse ponto que ele recomeçou.

02
O ofício

Descobrir um direito que o cidadão nem sabia que tinha.

O recomeço veio por uma porta inesperada. O Marcelo o chamou para trabalhar com indenização de seguro — o antigo DPVAT. Ele entrou de baixo, como vendedor. Virou gerente local. Depois gerente regional. Cinco anos aprendendo o ofício de perto, casa por casa, processo por processo.

E foi nesse vaivém que ele descobriu o que move a empresa até hoje. Não era vender um serviço — era levar uma informação que mudava a vida de quem não a tinha.

“O que eu sempre procurei é trazer o benefício, o direito que o cidadão às vezes não tem informação nenhuma. A gente vê muitas pessoas em situação difícil, acidentado, arrebentado em cima de uma cama, sem expectativa nenhuma por falta de informação. É gratificante quando você chega e traz uma esperança para essas pessoas. Esse é o grande diferencial.”

Essa é a virada silenciosa da história: o direito existe, está na lei — o que falta, quase sempre, é alguém que chegue e conte. E desde o primeiro dia ele tratou cada caso como se a empresa fosse dele.

“Em tudo que eu peguei para fazer, eu sempre fiz como se eu fosse dono.”
03
2015 · Quando tudo parou

O setor inteiro quebrou. Ele, não.

Cinco anos de trabalho construído tijolo por tijolo, e aí veio 2015. O DPVAT travou de uma hora pra outra. Não foi uma crise dele — foi uma crise do setor inteiro.

“Em 2015 o DPVAT deu uma parada. O governo entrou com aquela operação doida, parou tudo, quebrou praticamente todo mundo que mexia no DPVAT. Os escritórios da região foram fechados.”

Era o segundo fundo do poço da vida dele — agora sem culpa nenhuma, só o chão sumindo. Foi nessa hora que ele recebeu uma mensagem que guarda até hoje, e que virou método antes de virar frase de efeito:

“Desistir nunca vai ser uma opção. Os obstáculos sempre vêm. A diferença entre aquele obstáculo lá e o de agora é só um fazer. É só fazer que acontece.”

Então ele voltou para Pirapora. O escritório que restava estava prestes a fechar as portas. Em vez de fugir do que afundava, ele fez uma proposta para o dono:

“Eu propus a ele pra gente entrar na meia: ele entrava com estrutura e eu com o trabalho. E aí foi mexendo, mexendo devagarzinho.”

Não foi sorte, nem um golpe de mestre. Foi insistência diária — “mexendo devagarzinho” — até o que estava morrendo voltar a respirar.

04
A parceria que não quebrou

O produto acabou. A linha de pensamento, não.

O DPVAT ainda daria mais sustos: voltou num formato novo e, em 2023, foi cortado de vez. Para quem dependia só dele, foi o fim. Para o Weverson e o Marcelo, foi só mais um obstáculo a contornar — porque o que sustenta a sociedade deles nunca foi um produto, e sim um jeito de pensar.

“Nunca existiu discordância. A gente sempre trabalhou na mesma linha — é por isso que a parceria dura até hoje. O DPVAT quebrou, mas nós buscamos um plano B sempre na mesma linha de pensamento.”

É por isso que a empresa não recupera só um tipo de direito. Quando uma porta fecha, eles abrem outra na mesma direção: levar o que é seu até você. Hoje isso vai muito além do antigo DPVAT — INSS, benefícios, seguros negados. O produto muda; a missão é a mesma.

05
Weverson em atendimento
Atendimento que olha no olho
O método

A verdade — mesmo quando custa o fechamento.

Num mercado em que muita gente promete o impossível para fechar um contrato, ele escolheu o caminho mais difícil e o único que dura no tempo: contar a verdade do começo ao fim.

“O grande diferencial é a transparência. Nunca prometer aquilo que não posso cumprir e não tentar ludibriar ninguém para fechar um serviço. Nunca mentir, nunca omitir nada ao cliente. O processo é demorado, é burocrático, mas você tem o direito de tentar. O ‘não’ a gente já tem, e vamos correr atrás do sim.”

Essa regra não fica só com ele — vira treinamento para quem entra na equipe. A honestidade começa por não vender pressa:

“Sempre passo para os meninos e meninas que trabalham com a gente: nunca criar falsa expectativa de rapidez. A agilidade é na nossa parte — montagem de processo, conferência de documentos. O tempo de análise lá em cima, de perito, de médico, não é conosco. Prezar pela qualidade, deixar sempre muito claro pro cliente.”

É uma escolha rara: ser rápido no que depende de você e honesto sobre o que não depende. Tira a promessa fácil da mesa — e coloca a confiança no lugar dela.

06
O rapaz de Paracatu · 2014

R$ 13.500 em menos de 10 dias — e algo que vale mais.

Toda essa filosofia cabe inteira num único caso, daqueles que o Weverson conta como se fosse ontem. Um rapaz de Paracatu havia sofrido um acidente grave. O corpo inteiro pagou a conta: duas pernas quebradas, um braço, três vértebras, a clavícula, o rosto todo estourado. Acamado, sem trabalho fichado, com a mãe como única cuidadora.

Quando o Weverson chegou com a possibilidade de uma indenização, o rapaz mal acreditou. Pediu pouco, porque a vida tinha ensinado ele a esperar pouco:

“Ele virou pra mim: ‘Será que eu consigo receber pelo menos uns R$ 2, R$ 3 mil dessa indenização?’ Eu falei: ‘Moço, pela sua situação, o governo tem que te pagar o teto máximo, que é os 13.500.’”

Montaram o processo. E aqui está a especificidade que prova tudo o que veio antes: não deu 10 dias e a indenização saiu — total. O Weverson não mandou um e-mail. Foi pessoalmente dar a notícia.

“Ele chorou, me agradeceu, e falou que o trabalho ia muito além de receber o dinheiro — era trazer esperança para quem não tinha mais. Aquilo marcou ele e me marca até hoje.”
07
Dinheiro e cuidado

As duas coisas caminham juntas.

Para ele, entregar o cheque nunca foi o fim do trabalho — é metade dele. E a melhor forma de explicar isso foi a imagem que ele mesmo usou:

“É como quem bate na porta de uma igreja pedindo oração, mas o problema real é fome. Se eu só oro, a pessoa não se sente aliviada. Se eu dou a cesta básica e depois ofereço a oração, ela é atingida da melhor forma. Ele não tinha esperança nenhuma. Eu ligava toda semana procurando saber como tava.”

Ligar toda semana só para saber como o rapaz estava não está em nenhum contrato. É exatamente o que separa uma empresa que resolve um caso de uma empresa que cuida de uma pessoa.

08
Weverson
O rosto por trás da esperança
O legado

Um canal de esperança.

Pergunte a ele como quer que a marca seja lembrada daqui a dez anos, e a resposta não fala de faturamento, de tamanho ou de número de clientes. Fala de gente.

“Que as pessoas vejam a empresa, vejam a mim, como uma pessoa honesta, que preza o cuidado com o próximo. Nunca se aproveitar da vulnerabilidade das pessoas — pelo contrário, através dessa vulnerabilidade trazer esperança. Que a empresa seja vista como um canal de esperança para quem está sem saber o que tem direito.”

Da falência ao “nome sujo na praça”, da crise de 2015 ao DPVAT cortado em 2023 — toda vez que o chão sumiu, ele fez de novo. E resumiu a própria história em três palavras, que viraram o nome desta página:

“Resiliência é tudo. Forte como uma rocha.”
Só Indenizações

Para quem teve um direito negado e não sabe pra onde correr: a gente analisa de graça, fala a verdade do começo ao fim e luta pelo que é seu.

O “não” você já tem. Vamos atrás do sim.

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